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Home»Entretenimento»Após música sobre borderline ser criticada… qual o limite para cantar sobre doenças mentais?
Entretenimento

Após música sobre borderline ser criticada… qual o limite para cantar sobre doenças mentais?

maio 9, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Música de Maiara sobre Transtorno de Personalidade Borderline motivou debate entre psiquiatras. Outras composições já abordaram doenças mentais, como bipolaridade e TDAH. Qual o limite para o uso de doenças mentais nas composições musicais?
Os versos da música “Borderline”, escrita por Maraisa e outros três autores causaram polêmica, antes de ela ser lançada oficialmente. A música, que teve uma versão de teste divulgada no fim de abril, tinha chance de estar no próximo projeto ao vivo de Maiara e Maraisa.
“Ele não precisa de você nem do seu sentimento / Só de tratamento / Não deixa essa montanha-russa virar casamento / Cê não precisa ficar se envolvendo /Com anjo e demônio ao mesmo tempo / Corre senão você vai afundar junto / Você não é remédio de maluco”
Mas a repercussão não foi boa. Muitos psiquiatras e pacientes de Transtorno de Personalidade Borderline se manifestaram nas redes sociais, afirmando que os compositores banalizaram a doença, reforçaram o estigma e aumentaram o preconceito.
Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em 2022, cerca de 2 milhões de pessoas sofrem de Transtorno de Personalidade Borderline no Brasil. A doença é caracterizada pela instabilidade nos relacionamentos e na autoimagem, alterações de humor e impulsividade, além do medo de abandono. Os pacientes têm dificuldade de controlar a raiva e podem descontar em violência.
Mais músicas que falam sobre doenças mentais
As críticas após a divulgação foram voltadas para Maraisa, que apagou sua postagem com a gravação nas redes. Procurada pelo g1, a assessoria afirmou que a cantora não vai se manifestar.
Borderline não é a única doença mental tema de música. Bipolaridade, narcisismo e déficit de atenção com hiperatividade já viraram versos nos últimos anos:
Em “TDAH”, lançada em agosto de 2024, Kelvy Pablo e Natanzinho Lima cantam sobre um homem que traiu a namorada, justificando a “falha de memória” por ter transtorno do déficit de atenção com hiperatividade:
“Amor, calma que eu posso te explicar / Tu sabe que eu sou esquecido mesmo / Achei que tava solteiro / Não sou safado, só tenho TDAH”
Em “Eu sou sentimento”, de 2024, Luan Santana e Luan Pereira se juntam para cantar o constante falta de atenção de alguém que acaba de se apaixonar:
“Desculpa, eu não ouvi você falar / Seu sorriso ativou meu TDAH / A sua boca mexendo / O vento batendo no seu cabelo pra lá e pra cá”
Em “Bipolar”, de 2015, Seu Jorge falava sobre seu amor por uma garota que sofre de transtorno bipolar. Na faixa, Seu Jorge diz que tentou de tudo para ficar com a garota, mas que às vezes não entende suas mudanças de humor. O cantor também explica um pouco sobre doença:
“Tem dia que tá bem / Tem dia que não tá legal / Tem dia que tá zen / Tem dia que tá baixo astral (…) / Bipolar é um transtorno mental / Maníaco depressivo / Que causa muita infelicidade / Aos portadores dessa enfermidade / Apesar dessa doença / O tratamento é muito simples / Mas é legal ficar ligado /
Porque os sintomas são diversos”
A bipolaridade também virou verso na música “Bipolar”, cantada por Wesley Safadão e Nattanzinho Lima. A música foi composta por Lucas Tibério e gravada em setembro de 2024. Nela, eles cantam a história de um rapaz que não aceita mais as mudanças de humor da namorada:
“Não dá mais pra aceitar / Você é bipolar / Ao mesmo tempo, você morde e depois me assopra
Você pegou as minhas malas e me pôs pra fora (…) / É verdade o que todos diziam / Você é maluca, pirada, fingida / Tô aqui no relento do seu apartamento / Bebendo com suas amigas”
Maiara e Maraisa já haviam falado sobre outra questão de saúde mental ao citar o Transtorno de Personalidade Narcisista. Na faixa “Narcisista”, lançada em 2023, elas cantam:
“Agora eu quero falar com seu eu, que tava comigo, / Gritava te amo, falava de filho / Brilhava o olho, me amava sentindo, / Que mentia que a gente era um casal bonito / É sério, não sei se eu termino ou se eu te interno, seu louco / Já que eu não sei quem ‘cê’ é de verdade / Já que todo dia ‘cê’ é uma pessoa / Já que ‘cê’ tem várias personalidades / Seu narcisista, seu covarde / Tô terminando com todas suas partes / A que me trai, a que é solteira, a que ‘cê’ não foi homem de verdade”
O limite é o respeito
Seu Jorge compôs “Ela é Bipolar”: presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria elogia faixa
Laécio Lacerda
Em conversa com o g1, o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (APB), Antonio Geraldo da Silva, afirmou que o limite para o uso de doenças mentais para criar letras de músicas “é o respeito”.
“É importante se respeitar e considerar a doença dos outros, porque ninguém faria isso com uma pessoa que está com câncer. Ninguém faria isso com uma pessoa que está com AIDS. Ninguém falaria. Porque seria desrespeitoso, seria brincar com o sofrimento dos outros”, cita o psiquiatra.
“E onde está escrito que não há sofrimento em ser bipolar? Em ser borderline, em ser TDH? Muito pelo contrário, eles sofrem e sofrem muito.”
“Quem é que vai cantar numa música que o paciente tem tal comportamento porque tem, por exemplo, uma doença renal? É desrespeito, é descaso, é estigma estrutural, estigma social, que gera o autoestigma no doente mental.”
Antônio afirma que o autoestigma leva o paciente a desistir da busca por tratamento por acreditar que é uma pessoa “inferior”. O psiquiatra cita, ainda, que o sofrimento do portador de boderline, assim como outros pacientes de doenças mentais, começa na dificuldade pelo tratamento.
“A maioria dos CAPS do Brasil não tem médico. E quando tem médico, não é psiquiatra”, afirma. “Se você pega uma receita minha e vai na farmácia popular, você nunca vai ser atendida porque nós não temos psicotrópicos na farmácia popular para atender as pessoas com depressão, ansiedade, TDAH e por aí vai.”
Para ele, essa dificuldade para o tratamento –, mesmo o país tendo mais de 470 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais em 2024, — é uma questão de estigma estrutural. E isso se reflete nas composições de Maiara e outros artistas.
“Ela [Maiara] fala assim [na música]: ‘Ele não precisa de carinho, ele não precisa de amor, ele precisa de tratamento’. Sim! Toda pessoa que tem uma doença mental, que tem um transtorno mental, precisa de carinho, precisa de amor e, também, de tratamento. Não pode ser só um, não pode ser só o outro, tem que ser os dois. E tem que ter respeito.”
Das músicas citadas na matéria, Antônio elogia a composição de Seu Jorge. “Ele não critica, ele não sacaneia, — desculpa esse termo, mas é isso, — com o doente bipolar. Ele só coloca que ela é bipolar. E aí ele explica o que é bipolar, que é uma doença, que tem variações.”
Contra o cancelamento
Maiara e Maraisa, que se apresentaram na Festa do Peão de Barretos 2024, passaram por transformação no visual
Érico Andrade/g1
Antônio diz ser contra o cancelamento de artistas que, como Maraísa, criaram versos que estigmatizam pacientes de doenças mentais. “Qual é a minha proposta? Venham até a nós, ou vamos até vocês, para ensinar do que se trata. E entre na campanha contra o preconceito, contra a psicofobia. Vamos ensinar as pessoas. Não pode fazer linchamento de ninguém.”
Ele também diz ser a favor de composições que falem sobre as doenças mentais. Para ele, é preciso falar sobre o tema. “Mas com responsabilidade.”
“Elas escolheram um tema que poderia ser maravilhoso, se elas usassem para orientar, para desestigmatizar, para ajudar a esclarecer. Mas se torna péssimo quando vai gerar estigma e gera descaso com quem tem transtorno borderline de personalidade.”

Fonte: G1 Entretenimento

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