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Home»Entretenimento»Os Brasis de Cacá Diegues… 10 vezes em que o diretor mostrou caminhos para conhecer o país
Entretenimento

Os Brasis de Cacá Diegues… 10 vezes em que o diretor mostrou caminhos para conhecer o país

fevereiro 14, 2025Nenhum comentário2 Visitas

Cineasta alagoano foi um dos fundadores do Cinema Novo e morreu aos 84 anos. Filmografia retratou diversidade brasileira, com paisagens urbanas e naturais. Os Brasis de Cacá Diegues
Divulgação/Arte g1
Um dos cineastas mais conhecidos do país, Cacá Diegues foi um dos fundadores do Cinema Novo e morreu aos 84 anos nesta sexta-feira (14) no Rio de Janeiro.
A filmografia do diretor alagoano retratou diversidade brasileira, com paisagens urbanas e naturais que ajudaram a contar a história de músicos, artistas, escravos, empresários e todo tipo de gente.
Paisagens urbanas, belezas naturais, subúrbios, fazendas, quilombos e comunidades fazem parte da geografia dos clássicos de Diegues, que são relembrados na lista baixo.

O filme retrata a vida de Ganga Zumba, líder do Quilombo dos Palmares, uma comunidade de escravos fugitivos na Serra da Barriga (AL). Filmado em locações muito bem pesquisadas, o longa destaca a resistência e a cultura afro-brasileira.
Diegues usa a dimensão continental do Brasil para enfatizar a luta pela liberdade. O elenco conta com Antônio Pitanga, Léa Garcia e Eliezer Gomes. A trilha sonora é de Moacir Santos, com participação de Nara Leão. O filme é um marco do Cinema Novo e destaca a resistência afro-brasileira.

Este drama de Diegues explora a decadência de uma família de cafeicultores na Fazenda São Martinho, no interior de São Paulo. A narrativa abrange várias gerações, refletindo as mudanças sociais e políticas do Brasil.
As locações na região de Ribeirão Preto são importantes para retratar com autenticidade uma época importante da história brasileira. Odete Lara, Paulo José e Nelson Xavier são os destaques da trama, que tem trilha de Francis Hime. O filme foi premiado no Festival de Brasília e reflete as mudanças sociais e políticas do Brasil.

Filmado em diversos locais do Rio de Janeiro, incluindo a Praia da Barra e Praça Saens Peña, este musical de Cacá Diegues celebra a cultura carnavalesca brasileira.
A trama segue três artistas em busca de sucesso, destacando a vibrante cultura e a beleza geográfica do Brasil. Chico Buarque, Maria Bethânia e Nara Leão estão entre os protagonistas.

Ambientado em um engenho de açúcar no interior de Alagoas, o filme narra a história de amor entre uma francesa e um proprietário de terras brasileiro. Jeanne Moreau e Eliezer Gomes estrelam o filme, com trilha sonora de Chico Buarque, que também havia feito as canções de “Quando o carnaval chegar”.
O filme foi exibido em diversos festivais internacionais e venceu o prêmio de melhor roteiro original da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).

Este clássico filmado em Diamantina (MG) conta a história da escrava Xica da Silva, interpretada por Zezé Motta, que se torna uma figura poderosa na sociedade colonial.
A trama mostra como a protagonista, através de sua força e de sua relação com João Fernandes, um contratador de diamantes, ascende socialmente e desafia as normas raciais e de gênero da época. Com trilha composta por Jorgen Ben Jor, filme recebeu três estatuetas no Festival de Brasília.

A caravana Rolidei viaja pelo sertão nordestino, passa Amazônia e vai até o Distrito Federal, mostrando a transformação do país. Os figuraças da trupe mambembe eram interpretados por um elenco que tinha Betty Faria, José Wilker e Fábio Jr.
Produção grandiosa até para os dias de hoje, “Bye Bye Brasil” contava ainda com canções de Roberto Menescal e Chico Buarque (sempre ele). A história de Lorde Cigano, Salomé, Ciço e Dasdô recebeu indicação à Palma de Ouro do Festival de Cannes.
‘Um trem para as estrelas’
Divulgação

Situado no subúrbio e centro do Rio de Janeiro, este drama urbano segue a jornada de um jovem músico, interpretado por Guilherme Fontes, em busca de seu amor desaparecido.
São várias cenas de Fontes tocando seu saxofone com as paisagens urbanas e naturais do Rio atrás dele. É mais um filme de Diegues com a música em destaque, desta vez assinada por Gilberto Gil. O longa concorreu ao Urso de Ouro no Festival de Berlim.

Baseado no romance de Jorge Amado, o filme se passa na fictícia Sant’Ana do Agreste, no sertão baiano. Embora a cidade não exista na realidade, ela é uma representação rica e detalhada do sertão baiano, capturando a essência das pequenas cidades do interior do Brasil.
Sônia Braga estrela como Tieta, com trilha de Caetano Veloso. O filme foi um sucesso de bilheteria.

Filmado no Parque Estadual do Jalapão, Recife e Praia do Peba, o filme segue Deus, interpretado por Antônio Fagundes, em busca de um substituto na Terra.
Baseado no conto “O santo que não acreditava em Deus”, do escritor João Ubaldo Ribeiro, o roteiro é de Cacá e de João Emanuel Carneiro (“Central do Brasil”, “Avenida Brasil”). Uma sequência, “Deus ainda é brasileiro”, estava sendo produzida desde 2022 e tinha previsão de lançamento para o segundo semestre de 2025.

Este drama é ambientado principalmente em comunidades cariocas, com filmagens realizadas em sessenta locações no Rio de Janeiro e Baixada Fluminense. Foi uma volta do cineasta às histórias que se passam em favelas: a estreia dele como diretor havia sido em “Escola de Samba Alegria de Viver”, segmento do filme “5x Favela”, de 1962.
Em “O Maior Amor do Mundo”, José Wilker interpreta um astrofísico que descobre ter uma doença terminal. Ele retorna ao Brasil para encontrar sua mãe biológica e descobre a incrível história de amor entre seus ela e o pai dele.

Fonte: G1 Entretenimento

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