Close Menu
Dunas FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Dunas FM sexta-feira, 8 maio
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Suspeita de tentar golpe de R$ 100 mil em banco mastiga RG falso ao ver agentes e acaba presa, diz polícia

    maio 7, 2026

    Queda e atropelamento: o que se sabe sobre a morte de jovem na BR-153

    maio 7, 2026

    Mulher suspeita de envolvimento em abusos contra a própria filha é presa no interior do Tocantins

    maio 7, 2026

    ‘Tá de parabéns a polícia’, diz suspeito de homicídio preso após fugir cerca de 500 km

    maio 7, 2026

    Chico Buarque avaliza álbum do grupo Escafandristas com obra do compositor

    maio 7, 2026

    Bonnie Tyler é colocada em coma induzido após cirurgia de emergência

    maio 7, 2026

    Globo de Ouro atualiza regras para deixar claro que aceita trabalhos gerados por inteligência artificial

    maio 7, 2026

    ‘Dominguinho 2’ reproduz a doçura e a fórmula do álbum original, mas com dose bem menor de espontaneidade

    maio 7, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Suspeita de tentar golpe de R$ 100 mil em banco mastiga RG falso ao ver agentes e acaba presa, diz polícia

    maio 7, 2026

    Queda e atropelamento: o que se sabe sobre a morte de jovem na BR-153

    maio 7, 2026

    Mulher suspeita de envolvimento em abusos contra a própria filha é presa no interior do Tocantins

    maio 7, 2026

    Chico Buarque avaliza álbum do grupo Escafandristas com obra do compositor

    maio 7, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Dunas FM
Home»Entretenimento»Com verve, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta traçam iguarias do samba no irretocável álbum ‘Bicudos dois’
Entretenimento

Com verve, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta traçam iguarias do samba no irretocável álbum ‘Bicudos dois’

dezembro 10, 2025Nenhum comentário1 Visitas

Alfredo Del-Penho (à esquerda) e Pedro Paulo Malta lançam amanhã, 11 de dezembro, o álbum ‘Bicudos dois’, sequência do álbum ‘Dois bicudos’ (2004)
Isabela Espíndola / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE ÁLBUM
Título: Bicudos dois
Artista: Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Defensores da teoria de que a obra inicial de Chico Buarque descende da linhagem do samba de Noel Rosa (1910 – 1937) encontram ótimo argumento no samba-choro Desafio do malandro, composto por Chico para a trilha sonora do filme Ópera do malandro (1985). Nessa música, pérola que se tornou rara na obra do compositor, Chico se equilibra entre a verve de Noel e o breque do samba de Moreira da Silva (1902 – 2000).
Regravado somente uma vez, sem repercussão, o samba-choro Desafio do malandro reaparece com toda a graça em Bicudos dois, álbum que chega ao mundo amanhã, 11 de dezembro, em edição da gravadora Biscoito Fino, juntando novamente os cantores Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta em torno do samba.
Além de reverberar no samba de Chico, a verve do Poeta da Vila reaparece em estado puro no samba É preciso discutir (Noel Rosa, 1932), outra joia rara do repertório lapidar.
Sequência tardia do álbum Dois bicudos (2004), lançado há 21 anos com sucesso de crítica, Bicudos dois é disco valorizado pelo entrosamento dos cantores, pela surpreendente e extraordinária seleção de repertório – composto em maioria por relíquias colhidas pelos artistas no baú da música brasileira dos anos 1930, 1940 e 1950 – e pelos arranjos, a maioria de Paulo Aragão, diretor musical do álbum gravado entre março e abril.
Na seara dos arranjos, aliás, cabe ressaltar a combinação de piano e bateria que conduz Pergunte aos meus tamancos (1936). É no piano de Fernando Leitzke e na bateria quebra-tudo com suavidade de Marcus Thadeu que reside o suingue da gravação desse samba que, em setembro de 1936, marcou a estreia do compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues (1914 – 1974) no mercado fonográfico na voz do conterrâneo Alcides Gonçalves (1908 – 1987), cantor e compositor creditado como parceiro de Lupi. Esqueça o Lupicínio amargurado dos sambas-canção. Com versos onomatopaicos, o samba Pergunte aos meus tamancos tem a leveza que pauta o álbum Bicudos dois.
“Quando eu canto meu sambinha batucada / A turma fica abismada / Com a bossa que eu faço / Faço, não me embaraço / Porque não há tempo / Marco o meu contratempo / Dentro do compasso / Quem não tiver o ritmo na alma / E nem cantando com mais calma / Faz o que eu faço”, rimam Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta em O que vier eu traço (Alvaiade e Zé Maria, 1945) com canto exteriorizado e ginga mais próxima das rodas de pagode do que da bossa microfônica exaltada no samba lançado há 80 anos por Ademilde Fonseca (1921 – 2012), cantora entronizada como a rainha do choro.
O que vier eu traço abre o álbum Bicudos dois como carta de princípios musicais da dupla de solistas. Em essência, Bicudos dois receita a alegria, a bossa e o samba como forças motrizes da vida.
“Há muita gente que não sabe aproveitar / A maravilha, o sabor que a vida tem / Eu aproveito a minha mocidade / Enquanto a morte cochila / Eu vou vivendo muito bem”, avisam os cantores nos versos de Não levo nada não (Raimundo Olavo, 1960), preciosidade do repertório da cantora Aracy de Almeida (1914 –1988) reavivada com o arranjo choradinho do cavaquinhistas Jayme Vignoli, também criador do arranjo vivaz de Seja breve (Noel Rosa, 1935) em gravação pontuada pelo sopro do clarone de Rui Alvim.
Música inédita em disco, mas já cantada por Pedro Miranda em shows pelo menos desde 2019, Prece do jangadeiro (Pedro Amorim) ecoa de início as canções praieiras de Dorival Caymmi (1914 – 2008) para depois entrar na roda entre a Bahia e o Rio de Janeiro. De Caymmi, Del-Penho e Malta reavivam com propriedade o samba cheio de bossa Doralice (Dorival Caymmi e Antônio Almeida, 1945).
Na graciosa faixa arranjada por Alfredo Del-Penho, ouve-se somente o tamborim de Paulinho Dias, marcando o ritmo em sintonia com a inusitada combinação das vozes dos cantores. Álbum à moda antiga que totaliza 14 faixas, Bicudos dois também abre (breve) espaço para sofrência, mas sem perder a altivez, mote do samba Reserva de domínio (1985), outra raridade do repertório.
Com versos descrentes no amor, Reserva de domínio é samba de Mauro Duarte (1930 – 1989) e Paulo César Pinheiro apresentado há 40 anos pelos compositores em gravação com a cantora Cristina Buarque (1950 – 2025), exímia pescadora de pérolas do samba.
A pesquisa de repertório garante o frescor do álbum Bicudos dois e atesta que os cantores são exímios conhecedores da história do samba. Que maravilha é ouvir Falso patriota (Victor Simon e David Raw, 1953), samba lançado por Geraldo Pereira (1918 – 1955) – cantor cheio de bossa – e nunca regravado por outro intérprete!
Outra pérola rara é Cosme e Damião (Wilson Baptista e Jorge de Castro, 1955), samba lançado na voz de Jorge Veiga (1910 – 1979), outro cantor que sabia cair no suingue. Detalhe: na letra do samba, Cosme e Damião não se referem aos santos gêmeos da devoção popular, mas à dupla de policiais que faziam a ronda noturna.
Fora da roda do samba, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta seguem o bloco do compositor folião Lamartine Babo (1904 – 1963) e cantam a marcha Hino do Canto do Rio, composta em 1949 e lançada em 1950 pelo Trio Melodia com o título de Marcha do Canto do Rio.
No fecho do disco, a lembrança do samba O que será de mim (Ismael Silva, Nilton Bastos e Francisco Alves, 1931) reitera a verve e a malandragem sadia que regem o álbum Bicudos dois, com direito a improvisados versos autorreferentes no canto do samba.
Entrosados no canto e no remelexo de sambas como Santinha (Chico Adnet e Mario Adnet, 2022), este vocacionado para um salão de gafieira, Alfredo Del-Penho e Pedro Paula Malta apresentam aos 44 minutos do segundo tempo de 2025 um dos grandes álbuns brasileiros do ano. Bicudos dois é disco irretocável!
Capa do álbum ‘Bicudos dois’, de Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta
Isabela Espíndola

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Chico Buarque avaliza álbum do grupo Escafandristas com obra do compositor

maio 7, 20260 Visitas

Bonnie Tyler é colocada em coma induzido após cirurgia de emergência

maio 7, 20260 Visitas

Globo de Ouro atualiza regras para deixar claro que aceita trabalhos gerados por inteligência artificial

maio 7, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202440 Visitas

‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

setembro 16, 202424 Visitas

Qualidade da água do rio Tocantins segue sem indicar alterações após desabamento da ponte entre MA e TO, afirma ANA

janeiro 4, 202519 Visitas

Jovens desistem de atravessar ponte minutos antes de queda após verem notícias sobre a estrutura: ‘Fez um estrondo’

dezembro 27, 202419 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.