Greve de motoristas provoca lotação na Estação Xerente em Palmas
Stefani Cavalcante/g1
A Estação Xerente, na região sul de Palmas, amanheceu lotada de passageiros nesta terça-feira (4), durante o primeiro dia da greve dos motoristas da Sancetur, empresa responsável pelo transporte coletivo da capital.
A paralisação foi anunciada pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transportes Rodoviários e Operadores de Máquinas do Estado do Tocantins (Simtromet) e começou às 4h. Segundo a entidade, a decisão foi aprovada em assembleia realizada em 23 de outubro.
O g1 questionou a Prefeitura de Palmas sobre a paralisação, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
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O Simtromet informou que, por se tratar de um serviço essencial, ao menos 30% da operação será mantida durante a paralisação. As linhas e os horários serão divulgados nos canais oficiais do sindicato.
De acordo com o sindicato, os trabalhadores reivindicam a aplicação do piso salarial previsto na Convenção Coletiva de Trabalho de 2026. A entidade afirma que a Sancetur não apresentou nova proposta nas negociações mediadas pelo Ministério Público do Trabalho desde junho.
A categoria também cobra melhorias nas condições de trabalho, como a instalação de banheiros e bebedouros nos pontos finais e estações, além do fim de descontos considerados indevidos nos contracheques e no vale-alimentação e o cumprimento da jornada de trabalho e dos intervalos previstos em lei.
Passageiros enfrentam aglomeração em estação no primeiro dia de paralisação
Stefani Cavalcante/g1
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A Estação Xerente, na região sul de Palmas, amanheceu lotada de passageiros nesta terça-feira (4), durante o primeiro dia da greve dos motoristas da Sancetur, empresa responsável pelo transporte coletivo da capital.
A paralisação foi anunciada pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transportes Rodoviários e Operadores de Máquinas do Estado do Tocantins (Simtromet) e começou às 4h. Segundo a entidade, a decisão foi aprovada em assembleia realizada em 23 de outubro.
O g1 questionou a Prefeitura de Palmas sobre a paralisação, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
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De acordo com o sindicato, os trabalhadores reivindicam a aplicação do piso salarial previsto na Convenção Coletiva de Trabalho de 2026. A entidade afirma que a Sancetur não apresentou nova proposta nas negociações mediadas pelo Ministério Público do Trabalho desde junho.
A categoria também cobra melhorias nas condições de trabalho, como a instalação de banheiros e bebedouros nos pontos finais e estações, além do fim de descontos considerados indevidos nos contracheques e no vale-alimentação e o cumprimento da jornada de trabalho e dos intervalos previstos em lei.
Passageiros enfrentam aglomeração em estação no primeiro dia de paralisação
Stefani Cavalcante/g1
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Fonte: G1 Tocantins
